Presidenciáveis manterão o programa Bolsa Família
Os gastos na área social foram abordados na reportagem de hoje (10) da série "Candidatos em 20 pontos", iniciada no último domingo (08) pelo jornal Folha de S. Paulo e na qual os candidatos à Presidência responderão a questões de diversas áreas formuladas pelo veículo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) falam se manterão os dispositivos constitucionais que fixam gastos mínimos em saúde e educação, e se o número de beneficiários e o valor do programa Bolsa Família será elevados no próximo governo: Lula (PT) – “Do ponto de vista orçamentário, o objetivo para os próximos quatro anos é continuar aumentando o gasto real em saúde e educação por habitante. Vamos manter e ampliar o Bolsa Família, que é um dos maiores e mais eficientes programas de transferência de renda do mundo e beneficia hoje mais de 11,1 milhões de famílias. Em um segundo mandato, vamos aprofundar o papel do Bolsa Família como eixo integrador das ações de combate à pobreza e à desigualdade no Brasil”, afirma. Alckmin (PSDB) – “Em outros estados, o gasto mínimo com educação é de 25%. Em São Paulo, são 30% e, como governador, fiz questão de investir ainda mais na educação que, ao mesmo tempo, é ferramenta para promover o desenvolvimento e distribuir os benefícios que ele traz. Vou manter o Bolsa Família, que teve origem em programas sociais implantados no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Meu compromisso é ampliá-lo e aperfeiçoá-lo”, diz. (Folha de S. Paulo - SP, 10/10/2006)