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10/12/2018 15:41:08 - Atualizado em 10/12/2018 15:41:09


FNPETI participa da 2ª Jornada Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora

Fórum aborda a vulnerabilidade de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil

A Coordenação-Geral de Saúde do Trabalhador do Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador (CGST/DSAST/SVS/MS) do Ministério da Saúde, realizou a 2ª Jornada Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, no período de 04 a 06 de dezembro, em Brasília-DF.
 
A 2ª Jornada é um espaço participativo e democrático de troca de experiências e discussão sobre temas estratégicos para o fortalecimento da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast). A secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), Isa Oliveira, participou do painel Populações Vulneráveis e Saúde do Trabalhador, realizado na quarta-feira (5). Isa abordou os prejuízos do trabalho infantil para crianças e adolescentes, sujeitos em situação peculiar de desenvolvimento. 
 
Foram tratados também temas como Os Desafios das Mudanças no Mundo do Trabalho para Saúde do Trabalhador; Saúde do Trabalhador na Atenção Básica; Vigilância e Estratégias de Enfrentamento do Câncer relacionado ao Trabalho; Vigilância em Saúde do Trabalhador do Campo, da Floresta e Águas; Informação em Saúde do Trabalhador como Ferramenta Transformadora; Saúde Mental relacionado ao Trabalho; Informalidade e Microempreendorismo; e Indústria 4.0.
 
Atlas do câncer relacionado ao trabalho
Durante o encontro, foi lançado o Atlas do Câncer Relacionado ao Trabalho. De acordo com o documento, evitar o contato com poeiras orgânicas, agrotóxicos, metais, solventes, produtos petroquímicos, radiação podem reduzir em até 37% os casos de alguns cânceres relacionados ao trabalho no país. 
 
A publicação, que é inédita, estima a doença ou evento relacionado à saúde que seria prevenido caso o fator de risco fosse eliminado. No mapeamento da mortalidade por cânceres relacionada ao trabalho, foram identificados os 900 agentes com alto potencial cancerígeno mais presentes nos ambientes de trabalho e que podem ser evitados com medidas preventivas, como o uso de materiais e equipamentos.
 

Fonte: Ministério da Saúde/Fiocruz


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